terça-feira, 22 de maio de 2012
Hoje acordei, depois de uma noite inteira a sonhar contigo. Acordei e como sempre beijei a carta que me escreveste. Como todos os dias faço, e todas as noites. Mexi no telemóvel e o tinha lá? Uma mensagem. Imaginei todos os contactos possíveis que me pudessem ter mandado uma mensagem, como é óbvio excluí-te dessa lista imaginária, não por mal mas bem, faz meses que Tu nem uma mensagem me envias. Até que cliquei no “Abrir mensagem” e adivinha de quem era. Tua. Finalmente uma mensagem tua. O meu coração disparou ao ler o teu nome na mensagem, bateu tão depressa como se fosse voar. Li e reli a mensagem mais de dez vezes, e mesmo assim não queria acreditar que era tua. Eu sei. Esperanças não é. Essa malvada nunca morre. Mas admito, a esperança bateu fortemente no meu coração. Estou feliz, que parvoíce, feliz apenas por receber uma mensagem tua, a quem deram a melhor prenda, o melhor chupa, o melhor gelado, a melhor goma. Sim, pareço mesmo eu neste exacto momento.
A esperança, essa nunca morre. Nem o amor que sinto por ti.
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